{"id":491,"date":"2015-04-06T06:30:00","date_gmt":"2015-04-06T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.wordpress.com\/2015\/04\/06\/os-numeros-e-a-evolucao-do-leite-em-minas"},"modified":"2015-04-06T06:30:00","modified_gmt":"2015-04-06T09:30:00","slug":"os-numeros-e-a-evolucao-do-leite-em-minas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/os-numeros-e-a-evolucao-do-leite-em-minas\/","title":{"rendered":"Os n\u00fameros e a evolu\u00e7\u00e3o do leite em Minas"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear:both;text-align:center;\"><a href=\"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.files.wordpress.com\/2015\/04\/c6f6a-images2b1.jpg?w=1170\" style=\"clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.files.wordpress.com\/2015\/04\/c6f6a-images2b1.jpg?w=1170\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Estudo desenvolvido pela Secretaria de Agricultura e Pecu\u00e1ria de Minas Gerais aponta que de 2001 a 2013 o rebanho bovino brasileiro teve crescimento cont\u00ednuo, mas pouco acentuado. No per\u00edodo contemplado \u00e9 poss\u00edvel constatar fases de estagna\u00e7\u00e3o do n\u00famero de cabe\u00e7as como resultado da seca ou mesmo de desvaloriza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o dos animais, revelando que o produtor precisou tomar medidas dr\u00e1sticas de descarte de f\u00eameas em fun\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o em busca de equil\u00edbrio financeiro do seu sistema de produ\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O trabalho foi desenvolvido pelo zootecnista Francisco Augusto Lara de Souza, da Subsecretaria do Agroneg\u00f3cio, a partir de dados do IBGE e revela que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite passou de 20,5 bilh\u00f5es de litros em 2001 para 34,3 bilh\u00f5es em 2013, eleva\u00e7\u00e3o de 67,31%. Minas Gerais teve aumento de 55%, saindo de 6 bilh\u00f5es de litros (o equivalente a 29,2% do total nacional) para 9,3 bilh\u00f5es de litros, mas sua participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o nacional caiu para 27,1%.<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Chama aten\u00e7\u00e3o o aumento ano a ano da produ\u00e7\u00e3o de leite dos estados da regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, ao passo que na maioria dos outros estados a atividade oscilou. No per\u00edodo analisado surgiram novas bacias leiteiras no Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A soma do volume de leite produzido por esses tr\u00eas estados em 2001 era inferior ao que Minas Gerais produziu naquele ano.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u201cHoje a situa\u00e7\u00e3o se inverteu e eles, juntos, superam os mineiros em cerca de 2,5 bilh\u00f5es de litros, o equivalente a 17%, apesar de possu\u00edrem menos vacas ordenhadas, o que reflete efici\u00eancia e profissionaliza\u00e7\u00e3o do setor\u201d, analisa o coordenador t\u00e9cnico estadual de pecu\u00e1ria de leite da Emater-MG, Elmer Luiz Ferreira de Almeida. Despontaram tamb\u00e9m importantes polos produtivos no Norte, com destaque para o estado de Rond\u00f4nia, e no Nordeste, particularmente na Bahia, com o investimento em grandes sistemas de pastagem irrigada.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Nos 12 anos analisados, o rebanho brasileiro aumentou 20,06%, enquanto o mineiro cresceu 19,8%. No ranking nacional de bovinos de 2013, entre os principais estados destacam-se Minas Gerais, 24.201.256 de cabe\u00e7as (11,4 %); Goi\u00e1s, 21.580.398 (10,2%); Mato Grosso, com 28.395.205 (13,4%); Mato Grosso do Sul, 21.047.274 (9,9%) e Par\u00e1, 19.165.028 (9,1%). Em termos de vacas ordenhadas, Minas Gerais teve incremento de 31,11%, concentrando com isso 25,7% das vacas ordenhadas no pa\u00eds.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De 2003 a 2013 o rebanho mineiro cresceu mais no Alto Parana\u00edba, Tri\u00e2ngulo e Centro Oeste, regi\u00f5es pr\u00f3ximas das planta\u00e7\u00f5es de gr\u00e3os, especialmente de milho e soja. Nos vales do Mucuri e Rio Doce o aumento foi inexpressivo, em fun\u00e7\u00e3o do baixo emprego da tecnologia. Nas tradicionais regi\u00f5es leiteiras, como Central, Sul de Minas e Tri\u00e2ngulo, a popula\u00e7\u00e3o f\u00eamea acima de tr\u00eas meses mant\u00e9m-se expressiva, valorizando o rebanho de vacas destinadas \u00e0 pecu\u00e1ria leiteira\u201d, explica Elmer Almeida.<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Grande potencial de produ\u00e7\u00e3o &#8211; O analista de agroneg\u00f3cio da Faemg-Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado de Minas Gerais, Wallisson Lara Fonseca, considera baixa a produtividade de leite no Brasil (1.300 litros\/vaca\/ano), quando comparada a outros pa\u00edses, como Estados Unidos (10 mil litros\/vaca\/ano), Alemanha (7,2 mil), Argentina (4,5 mil) e a R\u00fassia (3,8 mil). Com 1.591 litros\/vaca\/ano, Minas Gerais ultrapassa a m\u00e9dia nacional. Na primeira d\u00e9cada dos anos 2000, n\u00e3o passava de 1.336,7 litros.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Por outro lado, o estudo d\u00e1 sinais que o estado tem grande potencial de crescimento, pois disp\u00f5e de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, pastagens e gen\u00e9tica de excelente n\u00edvel sendo hoje bem aproveitadas. \u201cN\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil aumentar a efici\u00eancia de qualquer empresa, pois essa mudan\u00e7a est\u00e1 atrelada a quest\u00f5es como pol\u00edticas p\u00fablicas condizentes com a realidade do setor, capacita\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra, poder de compra do consumidor, entre outros. Mas n\u00e3o h\u00e1 outro caminho, \u00e9 preciso efici\u00eancia para garantir retorno do capital empregado\u201d.<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De acordo com o estudo, os munic\u00edpios produtores de leite com maior destaque est\u00e3o nas regi\u00f5es Alto Parana\u00edba, entre os quais se sobressaem Patos de Minas, com 155 milh\u00f5es de litros\/ano; Ibi\u00e1, com 119 milh\u00f5es e Coromandel, com 113,7 milh\u00f5es. No noroeste mineiro, Una\u00ed lidera com 113 milh\u00f5es de litros anuais. Os maiores rebanhos de vacas ordenhadas se localizam no Tri\u00e2ngulo e Alto Parana\u00edba, regi\u00f5es pr\u00f3ximas ao cultivo de gr\u00e3os, o que torna a ra\u00e7\u00e3o mais barata e facilita a log\u00edstica da atividade.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De 2012 para 2013 a maior varia\u00e7\u00e3o em vacas ordenhadas ocorreu na regi\u00e3o central (7,8%), seguida por Rio Doce (6%), Tri\u00e2ngulo (5,7%) e centro oeste (3,8%), embora o maior rebanho esteja no sul do estado, com 950 mil cabe\u00e7as. Entre esses munic\u00edpios destacam-se Prata (com 79,5 mil cabe\u00e7as), Ibi\u00e1 (74 mil) e Campina verde (65 mil). Entre 2003 e 2012 Minas Gerais ampliou em apenas tr\u00eas os munic\u00edpios produtores de leite, passando de 849 para 852. A varia\u00e7\u00e3o da produtividade foi tamb\u00e9m pouco significativa para 1.591,1 litros\/vaca ano.<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">A utiliza\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito rural destinado \u00e0 bovinocultura de leite no estado teve significativo aumento, passando de 3.910 contratos assinados em 2004 para 20.852 em 2013, eleva\u00e7\u00e3o de 433,3%. Em 2004, o aporte financeiro foi de R$ 79,1 milh\u00f5es; em 2013 chegou a R$ 1,2 bilh\u00e3o, segundo dados do Banco do Brasil. Os valores referentes a 2014 ainda est\u00e3o sendo analisados. A pecu\u00e1ria de leite utiliza mais cr\u00e9dito rural do que a de corte em fun\u00e7\u00e3o da sua maior necessidade de capital de giro.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Na an\u00e1lise de Elmer Almeida, \u201co produtor de leite pulveriza o investimento porque precisa aplic\u00e1-lo na aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos (ordenha, silo, trator), forma\u00e7\u00e3o de pastagens e na produ\u00e7\u00e3o de silagem. Al\u00e9m disso, como a atividade leiteira tem elevada taxa de descarte de f\u00eameas, o pecuarista busca recurso tamb\u00e9m para aquisi\u00e7\u00e3o de matrizes para reposi\u00e7\u00e3o. A pecu\u00e1ria leiteira \u00e9 mais din\u00e2mica, tem maior demanda financeira que a de corte\u201d.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Pre\u00e7os e exporta\u00e7\u00f5es cresceram &#8211; O t\u00e9cnico da Emater lembra ainda que, para atender a recomenda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, de que o consumo individual de leite deve girar em torno de 200 litros\/ano, o pa\u00eds precisaria dispor de uma produ\u00e7\u00e3o de 40 bilh\u00f5es de litros\/ano. \u201cCom o potencial brasileiro, isso n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, mas a solu\u00e7\u00e3o esbarra na gest\u00e3o equivocada da propriedade, pois nossos produtores n\u00e3o t\u00eam vis\u00e3o empresarial. Com melhoramento das pastagens e sele\u00e7\u00e3o do rebanho facilmente atingir\u00edamos o necess\u00e1rio\u201d, refor\u00e7a.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Segundo ele, a grande maioria dos produtores brasileiros precisa adotar procedimentos corretos. \u00c9 fato que recebem orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, mas muitos t\u00eam resist\u00eancia em adot\u00e1-las. . Se eles fizessem descarte do que \u00e9 improdutivo e aplicar esse recurso em manejo, alimenta\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica, nem precisariam ir atr\u00e1s de banco para financiar sua produ\u00e7\u00e3o\u201d, refor\u00e7a. Como exemplo diz que h\u00e1 30 anos est\u00e1 provado que cana com ureia \u00e9 boa op\u00e7\u00e3o de alimento nos meses de seca, mas ainda existem produtores que deixam o gado passar fome no per\u00edodo.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De acordo com Lara de Souza, a produ\u00e7\u00e3o de leite anual de Minas Gerais \u00e9 historicamente crescente a uma taxa m\u00e9dia de 4,2%. Sobre pre\u00e7os pagos ao produtor, diz que no primeiro semestre de 2014 as cota\u00e7\u00f5es foram superiores a 2013, mas a partir de setembro de 2014 a remunera\u00e7\u00e3o em Minas ficou, em termos nominais, menor do que em setembro anterior. Entre 2002 e 2014, o pre\u00e7o pago ao produtor do estado teve varia\u00e7\u00e3o positiva de 25,05%, a pre\u00e7os de 2014\u201d, calcula.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">A an\u00e1lise de Wallisson mostra que a produ\u00e7\u00e3o de leite continua sendo \u201cum bom neg\u00f3cio em propriedades bem gerenciadas com pecu\u00e1ria leiteira em regime intensificado. Nos \u00faltimos 12 meses a atividade proporcionou retorno financeiro de 20%, enquanto a caderneta de poupan\u00e7a, aplica\u00e7\u00e3o mais conservadora, teve ganho de 6%\u201d. Cauteloso, lembra que existem sistemas de produ\u00e7\u00e3o com diferentes n\u00edveis de efici\u00eancia e ressalta que esse patamar de rendimento deve-se aos elevados pre\u00e7os pagos ao produtor.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Ele chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de que \u201co produtor deve ser gestor de sua empresa rural dominando os indicadores t\u00e9cnicos e econ\u00f4micos da atividade. S\u00f3 assim ele tomar\u00e1 decis\u00f5es com maiores chances de acerto\u201d. Na vis\u00e3o do analista da Faemg, \u201ca conjuntura da economia brasileira tende a manter consumo estagnado \u2013 em torno de 176 litros\/habitante\/ano, j\u00e1 que o pa\u00eds n\u00e3o tem previs\u00e3o de crescimento este ano, o que certamente se refletir\u00e1 no consumo de leite.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Completando, Francisco de Souza chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de que as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos aumentaram 102%, comparando o ano passado com 2013, gerando uma receita de US$ 346,2 milh\u00f5es, um salto de 194% em divisas. Minas Gerais foi o Estado que mais ganhou com esse crescimento, j\u00e1 que suas exporta\u00e7\u00f5es de leite e derivados aumentaram 909% no per\u00edodo, passando de 5,3 mil t para 28,3 mil t, uma receita de US$ 138,1 milh\u00f5es). A Venezuela foi tamb\u00e9m o principal comprador dos latic\u00ednios mineiros, ficando com 89,2% da oferta.\u00a0<\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><\/div>\n<div style=\"font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Fonte: FAEMG<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo desenvolvido pela Secretaria de Agricultura e Pecu\u00e1ria de Minas Gerais aponta que de 2001 a 2013 o rebanho bovino brasileiro teve crescimento cont\u00ednuo, mas pouco acentuado. 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