{"id":393,"date":"2015-07-20T06:00:00","date_gmt":"2015-07-20T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.wordpress.com\/2015\/07\/20\/precos-pagos-ao-produtor-se-recuperaram-em-junho"},"modified":"2015-07-20T06:00:00","modified_gmt":"2015-07-20T09:00:00","slug":"precos-pagos-ao-produtor-se-recuperaram-em-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/precos-pagos-ao-produtor-se-recuperaram-em-junho\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7os pagos ao produtor se recuperaram em junho"},"content":{"rendered":"<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O IPR (\u00cdndice de Pre\u00e7os Recebidos pelos Produtores Rurais), indicador calculado pela<strong>FAEMG<\/strong>, registrou alta de 2,10% no estado em junho, ap\u00f3s dois meses consecutivos de queda. A recupera\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o foi suficiente para tirar o indicador do vermelho este ano. No acumulado de 2015, a varia\u00e7\u00e3o ficou em -0,20%. Entretanto, no c\u00e1lculo para os \u00faltimos 12 meses, o pre\u00e7o recebido pelo produtor mineiro subiu significativos 8,91%.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><strong>Agricultura<\/strong><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Em junho, as principais contribui\u00e7\u00f5es entre os cultivos do estado vieram do algod\u00e3o e da batata. A pluma teve o pre\u00e7o elevado em 10,34% devido \u00e0 combina\u00e7\u00e3o da forte demanda interna com a baixa oferta de produto para pronta entrega, uma vez que em junho a colheita est\u00e1 sendo finalizada. A participa\u00e7\u00e3o da batata no resultado foi mais expressiva, o pre\u00e7o pago pelo tub\u00e9rculo subiu 26,52%. \u201cA alta \u00e9 justificada pela oferta reduzida em Minas. Boa parte da safra foi destinada aos mercados de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, onde os pre\u00e7os estavam mais altos e vantajosos aos produtores\u201d, destaca a coordenadora da Assessoria T\u00e9cnica, Aline Veloso.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Na contram\u00e3o da alta, o destaque \u00e9 o milho cujo pre\u00e7o caiu 8,27% em junho. A queda foi provocada pela entrada da 2\u00aa safra brasileira no mercado. Os pre\u00e7os do cereal j\u00e1 tendiam \u00e0 redu\u00e7\u00e3o porque os estoques mundiais ainda est\u00e3o cheios com a robusta safra dos Estados Unidos e Am\u00e9rica Latina, e ca\u00edram de vez com o aumento da oferta no mercado nacional. No acumulado do ano o registro est\u00e1 em -12,27% e dos \u00faltimos 12 meses, em -5,63%.\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O caf\u00e9 tamb\u00e9m teve desempenho negativo. Os pre\u00e7os ca\u00edram 0,45% em junho, puxados pelas especula\u00e7\u00f5es de mercado sobre uma grande safra, mesmo este sendo um ano de bienalidade baixa e com a colheita sendo impactada pela seca ocorrida ao longo de 2014 e in\u00edcio de 2015. De janeiro at\u00e9 agora, os pre\u00e7os reduziram 10,38%, mas no acumulado dos \u00faltimos 12 meses houve alta de 9,45%.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><strong>Pecu\u00e1ria<\/strong><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O pre\u00e7o do frango registrou alta de 15,01% e o do su\u00edno, 9,29% em junho deste ano. Esses dois produtos foram respons\u00e1veis pela eleva\u00e7\u00e3o do IPR. \u201cDevido \u00e0s dificuldades econ\u00f4micas enfrentadas pelo pa\u00eds \u2013 principalmente \u00e0 infla\u00e7\u00e3o que tem reduzido o poder aquisitivo da popula\u00e7\u00e3o \u2013 e ao aumento no pre\u00e7o da arroba bovina, o consumidor tem priorizado a compra de carnes com pre\u00e7os mais acess\u00edveis, como frango e su\u00ednos. Assim, a maior demanda por esses produtos fez com que os pre\u00e7os pagos para o produtor subissem\u201d, explica Aline Veloso.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O leite tamb\u00e9m teve um indicador positivo em junho: 3,23%. Os pre\u00e7os foram influenciados pela chegada do per\u00edodo de entressafra no Sudeste e Centro-oeste do pa\u00eds, mas j\u00e1 vinham em alta desde fevereiro devido \u00e0 queda de produ\u00e7\u00e3o causada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, registrando alta de 5,52% nos primeiros seis meses de 2015. Entretanto, no acumulado dos \u00faltimos 12 meses, os pre\u00e7os ca\u00edram 5,18%. \u201cA melhora nos pre\u00e7os este ano ainda n\u00e3o foi suficiente para cobrir as consecutivas quedas no segundo semestre de 2014, provocadas pela retra\u00e7\u00e3o no consumo, principalmente de produtos com maior valor agregado, como queijos e iogurtes,\u201d comenta Aline Veloso.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">J\u00e1 o pre\u00e7o do boi gordo ficou praticamente est\u00e1vel, com pequeno decr\u00e9scimo de 0,01%. Por\u00e9m, ainda remunera bem o produtor; prova disso \u00e9 a alta de quase 24% nos \u00faltimos 12 meses \u2013 um patamar in\u00e9dito para o segmento.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;\"><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;\">Fonte: FAEMG<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O IPR (\u00cdndice de Pre\u00e7os Recebidos pelos Produtores Rurais), indicador calculado pelaFAEMG, registrou alta de 2,10% no estado em junho, ap\u00f3s dois meses consecutivos de queda. A recupera\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o foi suficiente para tirar o indicador do vermelho este ano. No acumulado de 2015, a varia\u00e7\u00e3o ficou em -0,20%. 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