{"id":3442,"date":"2022-02-23T17:04:50","date_gmt":"2022-02-23T20:04:50","guid":{"rendered":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/?p=3442"},"modified":"2024-05-12T18:57:47","modified_gmt":"2024-05-12T21:57:47","slug":"crescer-muito-e-melhorar-imagem-e-aposta-do-agronegocio-para-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/crescer-muito-e-melhorar-imagem-e-aposta-do-agronegocio-para-2022\/","title":{"rendered":"&#8220;Crescer muito e melhorar imagem&#8221; \u00e9 aposta do agroneg\u00f3cio para 2022"},"content":{"rendered":"<div class=\"row head-cover\">\n<div class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1 head-cover-title\">\n<p class=\"h4 txt-gray-medium mb-0 center-wall\" style=\"text-align: center;\"><em>O presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Minas Gerais (Faemg), Ant\u00f4nio de Salvo, diz que o setor deve trabalhar a integra\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria brasileira teve resultados expressivos em 2021, num mercado internacional ainda afetado pelos efeitos da pandemia de COVID-19 sobre a economia. As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio apuraram receita de US$ 120,6 bilh\u00f5es, impulsionadas pela forte demanda de soja e do a\u00e7\u00facar na Europa e na \u00c1sia. A expectativa para 2022 \u00e9 que o pa\u00eds possa contar com desempenho ainda melhor do agroneg\u00f3cio, afirma o presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Minas Gerais (Faemg), Ant\u00f4nio Pitangui de Salvo.<\/p>\n<p>Eleito para comandar a entidade nos pr\u00f3ximos quatro anos, o engenheiro-agr\u00f4nomo de 57 anos se anima com a possibilidade de Minas Gerais e o Brasil ampliarem, principalmente, as vendas externas de carne.<\/p>\n<p>\u201cA perspectiva \u00e9 sempre boa. O agroneg\u00f3cio como um todo vai crescer muito, pois vamos amadurecer, aprender a conversar entre as cadeias, ter gest\u00e3o mais profissional e melhorar nossa imagem\u201d, avalia. Ant\u00f4nio de Salvo se mostra tamb\u00e9m preocupado com o protecionismo de mercados e os elevados n\u00edveis de desmatamento no planeta, convencido de que existe uma campanha deliberada contra o Brasil. \u201cA persegui\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 gigante, porque o mundo devastou tudo o que tinha.\u201d Nesta entrevista ao Estado de Minas, ele fala tamb\u00e9m sobre a infla\u00e7\u00e3o, o corte de parte do seguro agr\u00edcola feito pelo Congresso e a eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<div><b>O agroneg\u00f3cio bateu recorde de exporta\u00e7\u00f5es em 2021, com receita superior a US$ 120 bilh\u00f5es. Qual o balan\u00e7o que o senhor faz desses n\u00fameros?<\/b><\/div>\n<div>Vamos pensar primeiro pelo lado positivo. Esse slogan usado na pandemia dando conta de que o \u201cagroneg\u00f3cio n\u00e3o parou\u201d \u00e9 verdade. Ele n\u00e3o pode parar. Voc\u00ea n\u00e3o pode impedir um crescimento vegetativo de uma planta de soja, de milho ou de algod\u00e3o. Voc\u00ea n\u00e3o pode impedir a gesta\u00e7\u00e3o e lacta\u00e7\u00e3o de uma vaca. E voc\u00ea n\u00e3o pode determinar que uma granja de frangos encerre seu trabalho no meio do ciclo. E falo sempre que o campo, antes um lugar entediante, se transformou em lugar seguro, principalmente no come\u00e7o da pandemia. Isso fez com que o agroneg\u00f3cio brasileiro, pela pr\u00f3pria presen\u00e7a do agricultor dentro das propriedades, tivesse mais efici\u00eancia. H\u00e1 uma correla\u00e7\u00e3o de melhorias de gest\u00e3o com a presen\u00e7a do homem do campo l\u00e1 dentro. Os n\u00fameros positivos da exporta\u00e7\u00e3o se deram porque, primeiro, somos um pa\u00eds essencialmente agr\u00edcola e pecu\u00e1rio. \u00c9 remar a favor da mar\u00e9. \u00c9 sempre bom lembrar que a soja e o algod\u00e3o foram melhorados pelas condi\u00e7\u00f5es do cerrado brasileiro. A pecu\u00e1ria tamb\u00e9m. As vaquinhas que temos s\u00e3o indianas, o que corresponde a 80% do rebanho brasileiro e os capins s\u00e3o africanos. Isso n\u00e3o estava no Brasil e o produtor s\u00f3 usufruiu deles. Trouxemos e melhoramos. J\u00e1 o ponto negativo \u00e9 que existe um desequil\u00edbrio dentro dos elos dos segmentos das cadeias produtivas, onde o que sobra de receita para o setor prim\u00e1rio normalmente \u00e9 pequeno. H\u00e1 um estudo americano que prova que a cada US$ 100 gastos nas determinadas cadeias, US$ 93 ficam nas agroind\u00fastrias e somente US$ 7 ficam no setor prim\u00e1rio. Precisamos melhorar e equilibrar isso, porque sen\u00e3o voc\u00ea tem uma vis\u00e3o ampla do agroneg\u00f3cio muito boa, mas uma vis\u00e3o do produtor ainda passando por dificuldades para se manter com rentabilidade e qualidade de vida.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>Como \u00e9 poss\u00edvel solucionar esse equil\u00edbrio?<\/b><\/div>\n<div>Falta di\u00e1logo entre as cadeias. Temos a cadeia do leite, do caf\u00e9, da carne&#8230; Voc\u00ea pode pegar uma lista de produtos, principalmente em Minas, mas se n\u00e3o tivermos um relacionamento com as cadeias que existem at\u00e9 hoje, \u00e9 mais dif\u00edcil. A cafeicultura conversa mal com as cooperativas, os produtores conversam mal com os latic\u00ednios e as cooperativas de leite, o produtor de carne bovina conversa mal com os frigor\u00edficos. Eles t\u00eam relacionamento n\u00e3o amistoso. N\u00e3o precisamos ser amigos, mas precisamos de lealdade dentro da cadeia. Esse elo \u00e9 fundamental para a produ\u00e7\u00e3o brasileira. Melhoramos de vida, aprendemos a ter gest\u00e3o melhor, a usar mais tecnologia dentro do campo, mas as cadeias precisam interagir melhor, inclusive para a sociedade urbana, que consome nossos alimentos.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>Qual \u00e9 a expectativa que o senhor tem para 2022, tendo em vista os desafios impostos por barreiras fitossanit\u00e1rias e a prote\u00e7\u00e3o de mercados?<\/b><\/div>\n<div>S\u00e3o dois problemas em que vamos ser eternamente perseguidos. O primeiro \u00e9 a quest\u00e3o ambiental. Preservamos 66% de nossas \u00e1reas brasileiras se somarmos o que temos de reserva dentro das propriedades, de \u00e1reas ind\u00edgenas e do governo federal. A persegui\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 gigante, porque o mundo devastou tudo o que tinha, principalmente a Europa, que tem em m\u00e9dia 5% de \u00e1rea preservada. Eles tiraram e n\u00e3o querem que n\u00f3s tiremos. A quest\u00e3o sanit\u00e1ria \u00e9 outra press\u00e3o. Ambas canalizam para uma coisa chamada mercado. A partir do momento em que o Brasil ultrapassa os EUA na produ\u00e7\u00e3o de soja, passa a ser o maior exportador de carne, come\u00e7a a incomodar os pa\u00edses que antes eram os maiores exportadores, como Argentina, Uruguai, Austr\u00e1lia e Irlanda. Voc\u00ea come\u00e7a a levar um produto barato, de qualidade espetacular e sustent\u00e1vel. Se est\u00e1 dif\u00edcil concorrer mercadologicamente com os fazendeiros brasileiros, vamos come\u00e7ar a falar que o gado n\u00e3o tem sa\u00fade e tem problemas sanit\u00e1rios. Os produtores t\u00eam de ficar atentos, para que possamos defender e validar nacional e internacionalmente a qualidade sanit\u00e1ria do nosso rebanho, que \u00e9 muito boa. E, mais do que isso, temos uma coisa que o mundo inteiro n\u00e3o tem. O Brasil tem qualidade de bem-estar animal. As fazendas de Minas, S\u00e3o Paulo ou Mato Grosso contam com pastos verdes, \u00e1rvores, com uma boiada deitada na sombra, comendo braqui\u00e1ria limpa e bebendo \u00e1gua limpa. O agroneg\u00f3cio como um todo vai crescer muito, pois vamos amadurecer, aprender a conversar entre as cadeias, ter gest\u00e3o mais profissional e melhorar nossa imagem junto do homem urbano.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>As eleva\u00e7\u00f5es dos custos de produ\u00e7\u00e3o, por sua vez, servem de justificativa para os alimentos que chegaram mais caros \u00e0 mesa do consumidor em 2021. Como o ano come\u00e7ou para o setor desse ponto de vista?<\/b><\/div>\n<div>Alguns produtos est\u00e3o em falta porque a popula\u00e7\u00e3o mundial ficou sem trabalhar um ano. Houve aumento de insumos, como a energia el\u00e9trica, seca, d\u00f3lar e \u00f3leo diesel, e essa conta chegou agora. Infelizmente, apesar de o agroneg\u00f3cio n\u00e3o ter parado, a alta dos insumos alcan\u00e7ou entre 50% e 70% e isso implica o custo maior do produto final. Ningu\u00e9m quer isso. Engana-se quem pensa que vendemos carne pelo pre\u00e7o atual e estamos ganhando dinheiro. Nossa margem talvez tenha diminu\u00eddo. O segmento todo ficou parado. E a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 impedida de comprar a quantidade necess\u00e1ria dos produtos que ela queria. Isso n\u00e3o \u00e9 bom para ningu\u00e9m. Mas tudo vai tender a voltar para a normalidade em breve, desde que a pandemia seja entendida como endemia.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>Al\u00e9m da lideran\u00e7a do Brasil em produtos como soja e carnes, as exporta\u00e7\u00f5es de frutas conquistaram recorde inusitado. Como o senhor avalia o potencial do setor neste ano?<\/b><\/div>\n<div>Uma fruta, como manga, abacaxi ou qualquer outra, precisa de \u00e1gua para sobreviver e crescer e, depois que vira fruto, do brix (doce). Somos e seremos um grande produtor de frutas tropicais, principalmente. Vamos abastecer o mundo com frutas de qualidade e muito bem produzidas de forma sustent\u00e1vel e com t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o importadas de Israel, com gotejamento enterrado, que gasta pouqu\u00edssima \u00e1gua. A fruticultura mineira e brasileira tem um pacote tecnol\u00f3gico muito bacana. Vamos crescer muito tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de mel, sobretudo nesta pandemia, quando as pessoas come\u00e7aram a ingerir mais pr\u00f3polis para a garganta.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>A infla\u00e7\u00e3o dos alimentos tem sido atribu\u00edda, em boa parte, como no caso das carnes e do \u00f3leo de soja, \u00e0 boa performance das exporta\u00e7\u00f5es desses produtos. H\u00e1 motivos para que o consumidor deixe de esperar o mesmo comportamento neste ano?<\/b><\/div>\n<div>Havia um tempo em que a culpada pela infla\u00e7\u00e3o era a cebola. Depois, a culpa era do alho. A infla\u00e7\u00e3o se deve \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o do trabalho mundial. Todos os produtos aumentaram de pre\u00e7o, puxados pela alta do d\u00f3lar. Culpar alguns bodes expiat\u00f3rios \u00e9 injusto. Vale lembrar que, no caso da carne, passamos por um longo per\u00edodo de pre\u00e7os abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica. E o que aconteceu? Quando voc\u00ea produz e n\u00e3o est\u00e1 sendo bom neg\u00f3cio, mata a matriz. A partir do momento em que tem um n\u00famero de abates maior que o normal no Brasil, 42% ou 43%, e passa de 55%, diminui o rebanho reprodutivo e a curva de bezerros vai cair. Consequentemente, cai tamb\u00e9m a curva de bois magros e gordos. Logo, o mercado puxar\u00e1 o pre\u00e7o para cima. Culpar carnes e gr\u00e3os n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>O seguro rural entrou no rol de cortes promovidos no Or\u00e7amento de 2022. O Congresso aprovou R$ 990 milh\u00f5es, abaixo da quantia de R$ 1,5 bilh\u00e3o prometida. O senhor tem esperan\u00e7a de que a redu\u00e7\u00e3o seja revertida?<\/b><\/div>\n<div>Tenho esperan\u00e7a de que o Brasil caminhe para a frente de uma forma justa, correta e equilibrada. Sabemos que temos um pa\u00eds com riquezas naturais boas, com a maior reserva de \u00e1gua doce do mundo, sem maremotos, tuf\u00f5es, terremotos ou furac\u00f5es. Temos um povo que em sua grande maioria \u00e9 ordeiro, honesto e trabalhador, vivendo num pa\u00eds com muitas oportunidades. N\u00e3o tenho a menor d\u00favida de que o seguro vai voltar, como as finan\u00e7as brasileiras, desde que tenhamos governantes que olhem para todos de forma igual. Quem n\u00e3o quer uma melhoria de vida? Desde a classe E e a A, todos querem melhorar. Mas temos 42 milh\u00f5es de pessoas sem saneamento b\u00e1sico. Temos pessoas abandonadas na Amaz\u00f4nia sem contatos com m\u00e9dicos e internet. N\u00e3o \u00e9 justo. Temos a ind\u00fastria da seca, que h\u00e1 50 anos vive de abastecimento de caminh\u00f5es-pipa. As melhorias passam pelo aumento do seguro de safra. Quer\u00edamos R$ 10 bilh\u00f5es em vez de R$ 1,5 bilh\u00e3o e de reservas financeiras. Para isso, precisamos gerar riquezas e elas surgir\u00e3o com uma gest\u00e3o decente do pa\u00eds.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>Segundo os meteorologistas, a seca, que atingiu boa parte do pa\u00eds no ano passado, promete ser ainda mais intensa a partir de abril. Como os produtores v\u00e3o se preparar para esse per\u00edodo?<\/b><\/div>\n<div>No ano passado, tivemos uma seca a partir de fevereiro, que foi algo muito anormal. Quase n\u00e3o houve chuva em mar\u00e7o e, a partir de abril, n\u00e3o choveu nada. Perdemos milho em toda a regi\u00e3o central, no Parana\u00edba\u2026 E a cafeicultura sofreu muito, principalmente no Sul de Minas, onde os caf\u00e9s n\u00e3o s\u00e3o irrigados. Depois, vieram as geadas. Este ano, h\u00e1 expectativa boa de chuva, acima da m\u00e9dia normal em algumas regi\u00f5es. Ser\u00e1 normal se a chuva se encerrar em abril ou maio. N\u00e3o vejo a quest\u00e3o clim\u00e1tica como um poss\u00edvel problema. Tivemos seca em 1908, quando n\u00e3o t\u00ednhamos desmatamento ou eucaliptos. Temos de nos prevenir, ter mais maturidade e conhecimentos para que algumas lavouras sejam melhor utilizadas. O seguro agr\u00edcola ainda \u00e9 muito pouco utilizado no Brasil. Precisamos de mais garantias de ressarcimento para o investimento que os produtores fizeram. N\u00e3o tenho medo de efeitos clim\u00e1ticos. Tenho medo de efeitos pol\u00edticos.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>Qual ser\u00e1 o maior desafio da Faemg em seu mandato?<\/b><\/div>\n<div>\u00c9 uma responsabilidade muito boa. O Roberto (Sim\u00f5es, ex-presidente, que ficou 16 anos no cargo) fez uma administra\u00e7\u00e3o muito correta, pois a casa est\u00e1 muito organizada, com um nome, mas o que vemos \u00e9 uma necessidade de transformar essa casa em algo mais eficaz, no que diz respeito \u00e0 atua\u00e7\u00e3o junto ao produtor rural, nosso homem do campo, que est\u00e1 muitas vezes distante de Belo Horizonte. O principal slogan de nossa campanha \u00e9 \u201cMenos BH, mais interior\u201d. Notamos que o distanciamento da pandemia foi aumentado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pouca conectividade entre o sistema Faemg com os sindicatos do homem do campo. Estamos fazendo a aproxima\u00e7\u00e3o para que essa sensa\u00e7\u00e3o de pertencimento esteja mais viva dentro do nosso produtor rural. Esse afastamento pode ter ocorrido por v\u00e1rios motivos, por acomoda\u00e7\u00e3o, por distanciamento ou por empatia. N\u00e3o quero julgar isso. Tenho o diagn\u00f3stico de que esse afastamento existe, j\u00e1 que visitamos 40 mil quil\u00f4metros em todo o estado.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><em><strong>Entrevista a Roger Dias &#8211; jornal O Estado de Minas \/ Portal UAI<\/strong><\/em><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><em><strong>Extra\u00eddo de publica\u00e7\u00e3o do Portal UAI e jornal O Estado de Minas<\/strong><\/em><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><em><strong>Publica\u00e7\u00e3o original no link abaixo:<\/strong><\/em><\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/economia\/2022\/02\/13\/internas_economia,1344474\/crescer-muito-e-melhorar-imagem-e-aposta-do-agronegocio-para-2022.shtml\">https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/economia\/2022\/02\/13\/internas_economia,1344474\/crescer-muito-e-melhorar-imagem-e-aposta-do-agronegocio-para-2022.shtml<\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Minas Gerais (Faemg), Ant\u00f4nio de Salvo, diz que o setor deve trabalhar a integra\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva A produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria brasileira teve resultados expressivos em 2021, num mercado internacional ainda afetado pelos efeitos da pandemia de COVID-19 sobre a economia. 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