{"id":2551,"date":"2019-06-27T22:02:26","date_gmt":"2019-06-28T01:02:26","guid":{"rendered":"http:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/?p=2551"},"modified":"2024-05-12T19:42:41","modified_gmt":"2024-05-12T22:42:41","slug":"ranking-da-fao-mostra-que-uso-de-defensivos-no-brasil-e-menor-que-em-diversos-paises-da-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/ranking-da-fao-mostra-que-uso-de-defensivos-no-brasil-e-menor-que-em-diversos-paises-da-europa\/","title":{"rendered":"Ranking da FAO mostra que uso de defensivos no Brasil \u00e9 menor que em diversos pa\u00edses da Europa"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil aparece em 44\u00ba posi\u00e7\u00e3o em um ranking da\u00a0Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO)\u00a0sobre uso de defensivos agr\u00edcolas. Segundo os dados da entidade, o consumo relativo no pa\u00eds foi de 4,31 quilos de defensivos por hectare cultivado\u00a0em 2016.<\/p>\n<p>Entre os pa\u00edses europeus que utilizam mais defensivos que o Brasil, aparecem Pa\u00edses Baixos (9,38 kg\/ha), B\u00e9lgica (6,89 kg\/ha), It\u00e1lia (6,66 kg\/ha), Montenegro (6,43 kg\/ha), Irlanda (5,78 kg\/ha), Portugal (5,63 kg\/ha), Su\u00ed\u00e7a (5,07 kg\/ha) e Eslov\u00eania (4,86 kg\/ha).<\/p>\n<p>Os n\u00fameros constam do\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.fao.org\/faostat\/en\/#data\/EP\/visualize\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sistema FAOSTAT<\/a>, o banco de dados da FAO que fornece estat\u00edsticas de 245 pa\u00edses desde 1961 sobre alimentos e agricultura. Logo ap\u00f3s o Brasil aparecem a Alemanha, em 47\u00ba lugar, a Fran\u00e7a, em 48\u00ba e a Espanha, em 49\u00ba.<\/p>\n<p>Sob o crit\u00e9rio de consumo de defensivos em fun\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, o Brasil aparece em 58\u00ba lugar, com uso de 0,28 quilos de defensivo por tonelada de produtos agr\u00edcolas. No balan\u00e7o, foram utilizados os valores de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, fibras, frutas, pulses, ra\u00edzes e nozes e o consumo total de defensivos dispon\u00edveis no portal de estat\u00edsticas da FAO.<\/p>\n<p>Nesse ranking, est\u00e3o na frente do Brasil pa\u00edses como Portugal (0,66), It\u00e1lia (0,44), Eslov\u00eania (0,36), Espanha (0,35), Su\u00ed\u00e7a (0,34), Pa\u00edses Baixos (0,29) e Gr\u00e9cia (0,30). Em 59\u00ba lugar aparece a Fran\u00e7a, com uso de 0,26 quilos de defensivos por tonelada de produtos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>O consumo de defensivos no Brasil \u00e9 influenciado pela ocorr\u00eancia de duas ou tr\u00eas safras ao ano (cultivos de inverno e safrinha). Por causa disso, aqui \u00e9 preciso usar defensivos para o controle de pragas mesmo em safras de inverno e na safrinha, pois n\u00e3o h\u00e1 quebra do ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es tropicais da agricultura brasileira, enquanto que em regi\u00f5es de clima temperado as pragas s\u00e3o inativadas nos per\u00edodos de frio.<\/p>\n<p><strong>Qualidade<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o presidente da Comiss\u00e3o Codex Alimentarius, Guilherme Costa, o Brasil exporta seus produtos agr\u00edcolas para 160 pa\u00edses e atende a todos os crit\u00e9rios de qualidade estabelecidos pelos importadores.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 todo um trabalho de controle que \u00e9 exercido pelo setor privado e um trabalho de verifica\u00e7\u00e3o muito bem feito que \u00e9 exercido pelo governo no sentido de atender a essas legisla\u00e7\u00f5es internacionais e tamb\u00e9m muitas vezes atender a determinadas exig\u00eancias de alguns pa\u00edses importadores que \u00e0s vezes estabelecem limites mais restritivos que as legisla\u00e7\u00f5es internacionais e o nosso pa\u00eds atende isso de uma maneira muito profissional e dando a seguran\u00e7a necess\u00e1ria para os consumidores.\u201d, diz Costa, que tamb\u00e9m \u00e9 adido agr\u00edcola do Brasil junto \u00e0 Uni\u00e3o Europeia, em Bruxelas.<\/p>\n<p>O Codex Alimentarius \u00e9 um programa conjunto da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) e da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), criado em 1963, com o objetivo de estabelecer normas internacionais na \u00e1rea de alimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil aparece em 44\u00ba posi\u00e7\u00e3o em um ranking da\u00a0Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO)\u00a0sobre uso de defensivos agr\u00edcolas. 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