{"id":252,"date":"2016-01-29T11:20:00","date_gmt":"2016-01-29T14:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.wordpress.com\/2016\/01\/29\/chuvas-comprometem-a-safra-mineira-de-feijao"},"modified":"2016-01-29T11:20:00","modified_gmt":"2016-01-29T14:20:00","slug":"chuvas-comprometem-a-safra-mineira-de-feijao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/chuvas-comprometem-a-safra-mineira-de-feijao\/","title":{"rendered":"Chuvas comprometem a safra mineira de feij\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear:both;text-align:center;\"><a href=\"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.files.wordpress.com\/2016\/01\/78e8e-feijao-1609-ok.jpg\" style=\"margin-left:1em;margin-right:1em;\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"214\" src=\"https:\/\/sindicatoruralcaxambu.files.wordpress.com\/2016\/01\/78e8e-feijao-1609-ok.jpg?w=300&#038;resize=320%2C214\" width=\"320\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">As chuvas constantes registradas em janeiro est\u00e3o afetando o desenvolvimento da primeira safra de feij\u00e3o em Minas Gerais e no Paran\u00e1, estados que concentram os maiores plantios do gr\u00e3o e s\u00e3o os grandes fornecedores para as demais regi\u00f5es do Pa\u00eds. Com a maior umidade, a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as, de mofo e brotamento dos gr\u00e3os ainda nas vagens t\u00eam causado perdas na produtividade, pr\u00f3ximas a 40%. O efeito da escassez \u00e9 observado nos pre\u00e7os do gr\u00e3o, que ficaram cerca de 20% mais caros em janeiro e a tend\u00eancia \u00e9 de novas altas.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De acordo com o presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feij\u00e3o e Pulses), Marcelo Eduardo L\u00fcders, o desabastecimento deve perdurar at\u00e9 mar\u00e7o e a tend\u00eancia \u00e9 de pre\u00e7os firmes para os produtores e nos supermercados. A situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 deve mudar a partir de abril, quando come\u00e7a a chegar ao mercado o feij\u00e3o da segunda safra.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u201cA oferta de feij\u00e3o ao longo dos primeiros tr\u00eas meses do ano tende a ser menor que o consumo devido \u00e0s chuvas excessivas que afetaram a produ\u00e7\u00e3o em importantes estados e causou o desabastecimento. A menor oferta ganha import\u00e2ncia pelo gr\u00e3o n\u00e3o ser substitu\u00edvel e por estar presente nas refei\u00e7\u00f5es. Em Minas Gerais, por exemplo, 82% da popula\u00e7\u00e3o consomem o feij\u00e3o durante cinco dias da semana. Antes se usava a lentilha em substitui\u00e7\u00e3o, mas, como o produto \u00e9 importado, os pre\u00e7os dobraram no \u00faltimo ano e tornaram a op\u00e7\u00e3o invi\u00e1vel\u201d, observa.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Ainda segundo L\u00fcders, a situa\u00e7\u00e3o dos produtores de feij\u00e3o \u00e9 cr\u00edtica. Isto pela cultura ter os custos elevados, o que foi agravado pelo real desvalorizado frente ao d\u00f3lar, fator que aumentou ainda mais os gastos com insumos. Com o clima desfavor\u00e1vel, a produtividade nas lavouras recuou, em m\u00e9dia, 40% e nem mesmo os pre\u00e7os mais elevados s\u00e3o suficientes para garantir margem.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Al\u00e9m da quebra de safra provocada pelo clima, outros fatores como a concorr\u00eancia com a soja e com o milho, que t\u00eam pre\u00e7os mais elevados e podem ser exportados, tamb\u00e9m contribu\u00edram para que a \u00e1rea destinada ao cultivo ficasse menor, limitando ainda mais a oferta.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><strong>Conab<\/strong><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Conforme dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), em Minas Gerais, segundo maior produtor, s\u00e3o 148 mil hectares dedicados \u00e0 cultura, queda de 7% frente \u00e0 safra anterior. J\u00e1 no Paran\u00e1, maior produtor nacional, a queda foi de 6,4%, com o uso de 180 mil hectares.\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">A menor \u00e1rea cultivada e as perdas observadas no campo fizeram com que os pre\u00e7os pagos aos produtores ficassem cerca de 20% maiores ao longo de janeiro. A saca de 60 quilos que era negociada no Estado a R$ 180 alcan\u00e7ou R$ 220, varia\u00e7\u00e3o positiva de 20%.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Ofertas escassas e pre\u00e7os em alta no mercado<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O mercado brasileiro de feij\u00e3o registrou, na semana passada, oferta escassa e pre\u00e7os em alta no Brasil. O feij\u00e3o carioca extra 9 foi comercializado a um pre\u00e7o m\u00e9dio R$ 217,50\/saca, o carioca especial 8,5 \u00e9 negociado a uma cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de R$ 215,00\/saca.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">De acordo com relat\u00f3rio semanal divulgado pela empresa de consultoria em agroneg\u00f3cio Safras &amp; Mercado, em Minas Gerais a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 dram\u00e1tica, pois os produtores est\u00e3o sofrendo perdas com as chuvas, principalmente na regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro, onde v\u00e1rias lavouras j\u00e1 foram abandonadas. Na regi\u00e3o de Una\u00ed, as chuvas tamb\u00e9m causaram problemas, mas o maior volume da primeira safra ainda ser\u00e1 colhido em fevereiro.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O Deral (Departamento de Economia Rural), vinculado \u00e0 Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paran\u00e1, divulgou sua estimativa semanal de safra e apontou que 20% da \u00e1rea estimada de feij\u00e3o 2\u00aa safra 2015\/16, de 200,222 mil hectares, foi cultivada at\u00e9 o momento.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Conforme o Deral, 84% das lavouras est\u00e3o em boas condi\u00e7\u00f5es, 11% em situa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia e 5% com aspecto ruim, divididas entre as fases de germina\u00e7\u00e3o (70%) e crescimento vegetativo (30%).<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">As condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas da semana, com tempo seco e sem chuvas, permitiram a evolu\u00e7\u00e3o da colheita, que atinge 36% da \u00e1rea estimada no Rio Grande do Sul, conforme a Emater. A situa\u00e7\u00e3o das lavouras segue de maneira heterog\u00eanea; h\u00e1 perspectivas de boas produtividades, como nas regi\u00f5es Celeiro, Noroeste Colonial e Alto Uruguai, demonstradas nas \u00e1reas j\u00e1 colhidas, e de menor produ\u00e7\u00e3o em outras regi\u00f5es em raz\u00e3o das prolongadas precipita\u00e7\u00f5es que reduziram o potencial produtivo, como nos Altos da Serra do Botucara\u00ed.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Nos Campos de Cima da Serra, \u00faltima regi\u00e3o a implantar as \u00e1reas com feij\u00e3o da primeira safra (lavouras do tarde), e que foram cultivadas na resteva do trigo, apresentam bom desenvolvimento, com poucas falhas de germina\u00e7\u00e3o nas \u00a0\u00e1reas de baixada onde o solo permaneceu encharcado logo ap\u00f3s a semeadura.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">A comercializa\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o mant\u00e9m-se est\u00e1vel, com pequeno aumento no pre\u00e7o m\u00e9dio que subiu 1,88%, chegando a R$ 142,20\/ saca de feij\u00e3o preto.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><strong>Produtores podem ter preju\u00edzos<\/strong><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">&#8220;A maioria dos produtores investiu e ter\u00e1 preju\u00edzos. A cultura do feij\u00e3o tem risco elevado e, por isso, os agricultores est\u00e3o migrando para outras op\u00e7\u00f5es. O impacto do clima na produ\u00e7\u00e3o da soja e milho tamb\u00e9m \u00e9 menor, j\u00e1 que os gr\u00e3os afetados podem ser utilizados na produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e farelo, por exemplo. O produtor de feij\u00e3o n\u00e3o tem esta op\u00e7\u00e3o, sendo obrigado a descartar a planta com defeito ou a negociar a pre\u00e7os muito baixos&#8221;, explicou presidente do Instituto Brasileiro do Feij\u00e3o e Pulses (Ibrafe), Marcelo Eduardo L\u00fcders.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Ainda segundo o presidente do Ibrafe, o quilo do feij\u00e3o de classifica\u00e7\u00e3o m\u00e9dia que era negociado nos supermercados em Minas Gerais a R$ 3 o quilo, no in\u00edcio de janeiro, hoje est\u00e1 cotado entre R$ 4,5 e R$ 5 o quilo. A expectativa \u00e9 subir para R$ 6 a R$ 7, o quilo em fevereiro. Os feij\u00f5es de alta classifica\u00e7\u00e3o v\u00e3o superar esses valores.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O feij\u00e3o carioca \u00e9 o mais consumido no Pa\u00eds, respondendo por 70% do mercado. Os demais t\u00eam consumo baixo, por\u00e9m, tem a vantagem de poder ser utilizado para substitui\u00e7\u00e3o do carioca e at\u00e9 mesmo para a exporta\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">A produ\u00e7\u00e3o mineira na primeira safra, segundo os \u00faltimos dados da Conab, com base em dezembro, portanto sem avaliar as perdas de janeiro, foi estimada em 192,4 mil toneladas, alta de 17% que seria alcan\u00e7ada pela recupera\u00e7\u00e3o da produtividade, que no ano anterior foi prejudicada pela seca.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">O rendimento esperado inicialmente era de 1,3 tonelada por hectare, mas dever\u00e1 ser revisado. Do volume total a ser colhido na primeira safra, 98,44% s\u00e3o de feij\u00e3o carioca e somente 1,55% de feij\u00e3o preto.\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Ainda segundo L\u00fcders, caso a escassez persista, \u00e9 poss\u00edvel importar feij\u00e3o de outros pa\u00edses como dos Estados Unidos, China e M\u00e9xico, que s\u00e3o produtores de feij\u00e3o vermelho, rajado e preto.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><strong>Paracatu<\/strong><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, e segundo maior munic\u00edpio produtor atr\u00e1s de Una\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o vem sofrendo os efeitos do excesso de \u00e1gua. De acordo com o extensionista agropecu\u00e1rio da Emater (Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Estado de Minas Gerais) J\u00falio Cesar Ribeiro, as chuvas constantes t\u00eam feito com que os gr\u00e3os brotem ainda na vagem, ocorra o apodrecimento e apare\u00e7am doen\u00e7as. \u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u201cO momento atual \u00e9 de matura\u00e7\u00e3o final, mas as chuvas v\u00eam prejudicando a produtividade. Caso as chuvas persistam, os preju\u00edzos ser\u00e3o enormes\u201d, explicou Ribeiro.\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 segunda safra do gr\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 que os produtores apostem no plantio, incentivados pelos valores elevados do feij\u00e3o. Por\u00e9m, como a semeadura da primeira safra foi tardia, o que acarretou no atrasou da colheita, o clima ser\u00e1 o grande desafio.<\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\"><\/div>\n<div style=\"color:#333333;font-family:Helvetica, 'Arial Narrow', Arial;font-size:14px;line-height:18px;text-align:justify;\">Fonte: Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As chuvas constantes registradas em janeiro est\u00e3o afetando o desenvolvimento da primeira safra de feij\u00e3o em Minas Gerais e no Paran\u00e1, estados que concentram os maiores plantios do gr\u00e3o e s\u00e3o os grandes fornecedores para as demais regi\u00f5es do Pa\u00eds. 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