{"id":1707,"date":"2017-06-12T11:35:26","date_gmt":"2017-06-12T14:35:26","guid":{"rendered":"http:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/?p=1707"},"modified":"2024-05-12T19:42:55","modified_gmt":"2024-05-12T22:42:55","slug":"faturamento-de-minas-gerais-cresceu-13","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/faturamento-de-minas-gerais-cresceu-13\/","title":{"rendered":"Faturamento de Minas Gerais cresceu 13%"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1708\" data-permalink=\"https:\/\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/faturamento-de-minas-gerais-cresceu-13\/imagens_2912201453250\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?fit=637%2C325&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"637,325\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"imagens_2912201453250\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?fit=300%2C153&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?fit=637%2C325&amp;ssl=1\" class=\"size-medium wp-image-1708 aligncenter\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250-300x153.jpg?resize=300%2C153\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"153\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?resize=300%2C153&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?resize=260%2C133&amp;ssl=1 260w, https:\/\/i0.wp.com\/sindicatoruraldecaxambu.com.br\/1\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/imagens_2912201453250.jpg?w=637&amp;ssl=1 637w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div>O faturamento das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio de Minas Gerais, ao longo dos primeiros cinco meses de 2017, foi fortalecido pelos pre\u00e7os valorizados das commodities no mercado mundial. De acordo com os dados da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Seapa), entre janeiro e maio, os embarques movimentaram US$ 3,24 bilh\u00f5es, incremento de 13% sobre os US$ 2,87 bilh\u00f5es registrados em igual per\u00edodo de 2016. \u00a0Com o aumento das exporta\u00e7\u00f5es, o saldo da balan\u00e7a comercial do setor alcan\u00e7ou US$ 3 bilh\u00f5es, varia\u00e7\u00e3o positiva de 12,67%. O caf\u00e9 segue como o principal produto exportado e movimentou, no per\u00edodo, US$ 1,47 bilh\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No mesmo intervalo, o volume embarcado pelo agroneg\u00f3cio mineiro retraiu 3,3%, com a comercializa\u00e7\u00e3o de 3,68 mil toneladas de produtos no mercado internacional. O pre\u00e7o m\u00e9dio da tonelada valorizou 18,22% nos primeiros cinco meses do ano, passando de US$ 745,24, praticado entre janeiro e maio de 2016, para US$ 881,20.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cO cen\u00e1rio, em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os dos produtos do agroneg\u00f3cio, est\u00e1 favor\u00e1vel. O que \u00e9 muito importante para o setor e tamb\u00e9m para o Estado\u201d, explicou o superintendente de Abastecimento e Economia Agr\u00edcola da Seapa, Jo\u00e3o Ricardo Albanez.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo o levantamento, as exporta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 responderam por 45,4% dos embarques do agroneg\u00f3cio estadual. Entre janeiro e maio, o faturamento gerado com a comercializa\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o alcan\u00e7ou US$ 1,47 bilh\u00e3o, aumento de 14,4%. A alta foi provocada pela valoriza\u00e7\u00e3o da tonelada, uma vez que o volume exportado ficou 2,4% inferior, com o embarque de 504,6 mil toneladas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A tonelada do caf\u00e9 foi negociada no mercado externo a US$ 2.921, frente ao valor de US$ 2.491 praticado em igual per\u00edodo de 2016, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 17,26%. \u00a0 \u201cTivemos uma melhoria importante nos pre\u00e7os do caf\u00e9 e, mesmo com a queda no volume exportado, o faturamento manteve o crescimento\u201d, explicou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A demanda aquecida pela soja estimulou os embarques mineiros. Ao longo dos primeiros cinco meses do ano, as exporta\u00e7\u00f5es do complexo soja somaram 1,58 milh\u00e3o de toneladas, volume 2% maior. Em rela\u00e7\u00e3o ao faturamento, a expans\u00e3o foi de 12,1%, alcan\u00e7ando US$ 624 milh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O faturamento com a exporta\u00e7\u00e3o de soja em gr\u00e3o cresceu 7,8%, encerrando o per\u00edodo em US$ 562,1 milh\u00f5es. O volume destinado ao mercado internacional ficou praticamente est\u00e1vel, com pequena varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,4% e 1,47 milh\u00e3o de toneladas embarcadas. O pre\u00e7o m\u00e9dio por tonelada ficou em US$ 380,52, valor 7,34% superior.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Alta tamb\u00e9m na comercializa\u00e7\u00e3o de farelo de soja. Em volume, o incremento foi de 32,1% com o envio de 102,5 mil toneladas. J\u00e1 em faturamento, a alta foi ainda mais expressiva, 78,3%, movimentando US$ 61 milh\u00f5es. A tonelada do produto foi negociada a R$ 595,78.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cO resultado do complexo soja foi muito positivo. \u00c0 medida que exportamos maior volume de farelo de soja, conseguimos agregar valor \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Isto contribui para a gera\u00e7\u00e3o de mais empregos na ind\u00fastria, por exemplo\u201d, disse Albanez.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Carnes<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Resultado positivo tamb\u00e9m no grupo das carnes. Os dados da Seapa mostram que nos primeiros cinco meses de 2016, Minas Gerais faturou US$ 386,5 milh\u00f5es com a negocia\u00e7\u00e3o de carnes, valor 13,9% maior. No per\u00edodo, o volume retraiu 3,3% e somou 154,8 mil toneladas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A maior alta foi verificada na carne bovina, com faturamento de US$ 204,7 milh\u00f5es, eleva\u00e7\u00e3o de 20,9%. Ao todo, foram destinados ao mercado mundial 51,6 mil toneladas do produto, crescimento de 15,6%.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No setor de frangos houve queda de 10,1% em volume, com a exporta\u00e7\u00e3o de 85 mil toneladas. J\u00e1 o faturamento ficou 7,3% maior e encerrou o per\u00edodo em US$ 136,6 milh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>As exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna movimentaram US$ 16,5 milh\u00f5es, valor est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao registrado em igual per\u00edodo do ano passado. J\u00e1 o volume retraiu 18,9%, com embarque de 7,9 mil toneladas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cO pre\u00e7o m\u00e9dio das carnes valorizou no mercado internacional, o que foi importante para que o faturamento n\u00e3o recuasse. No caso de su\u00ednos e frangos, a menor demanda da China contribuiu para a queda no volume exportado por Minas Gerais, assim como foi verificado no resultado nacional\u201d, explicou Albanez.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Embarques do caf\u00e9 brasileiro j\u00e1 d\u00e3o sinais de recupera\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Cecaf\u00e9 (Conselho dos Exportadores de Caf\u00e9 do Brasil) avalia que as exporta\u00e7\u00f5es do produto brasileiro dever\u00e3o apresentar recupera\u00e7\u00e3o j\u00e1 neste m\u00eas, no que seria um primeiro indicador de embarques mais fortes no segundo semestre, disseram dirigentes da associa\u00e7\u00e3o nesta sexta-feira.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Mas essa recupera\u00e7\u00e3o, que tradicionalmente ocorre na segunda metade do ano no maior produtor e exportador global por conta da colheita, n\u00e3o ser\u00e1 forte o suficiente para permitir que o Pa\u00eds exporte mais do que em 2016. O Cecaf\u00e9 avalia que haver\u00e1 uma estabilidade em 2017 ante o ano passado, em cerca de 34 milh\u00f5es de sacas de 60 kg (produto verde e industrializado).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Para ver embarques maiores nos pr\u00f3ximos meses, o Cecaf\u00e9 conta com uma colheita no Pa\u00eds j\u00e1 em ritmo mais acelerado, ap\u00f3s um in\u00edcio lento dos trabalhos em meio a chuvas. \u201cA\u00ed come\u00e7a a refletir no setor exportador e o Brasil pode ser mais agressivo, o Pa\u00eds \u00e9 importante no mercado mundial de julho a dezembro\u201d, afirmou o presidente do Cecaf\u00e9, Nelson Carvalhaes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No ano safra 2016\/17, de julho a junho, as exporta\u00e7\u00f5es totais (produto verde e industrializado) dever\u00e3o cair para 33,2 a 33,4 milh\u00f5es de sacas, ante 35 milh\u00f5es no per\u00edodo anterior, com o Pa\u00eds sofrendo impacto de perdas seguidas na safra de caf\u00e9 robusta (conilon) e tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o de baixos estoques, ponderou Carvalhaes.<\/div>\n<div>Isso n\u00e3o impedir\u00e1, no entanto, que as exporta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 verde ar\u00e1bica do Brasil, que dominam os embarques da na\u00e7\u00e3o, tenham o melhor desempenho em cinco anos, somando at\u00e9 29 milh\u00f5es de sacas em 2016\/17, afirmou o dirigente &#8211; diferentemente do caf\u00e9 robusta, a safra do ar\u00e1bica foi recorde na temporada passada.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Mas para atingir este desempenho hist\u00f3rico os embarques de ar\u00e1bica em junho dever\u00e3o ser grandes o suficiente para reverter uma queda de 1,7% acumulada de julho de 2016 a maio ante o mesmo per\u00edodo anterior, para cerca de 27 milh\u00f5es de sacas, de acordo com dados do Cecaf\u00e9.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A exporta\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 verde do Brasil em maio, informou o Cecaf\u00e9 nesta sexta-feira, somou 2,21 milh\u00f5es de sacas, ante 2,23 milh\u00f5es de sacas em maio de 2016. J\u00e1 a de ar\u00e1bica somou 2,19 milh\u00f5es de sacas no m\u00eas, ante 2,16 milh\u00f5es sacas no ano anterior. Os embarques de robusta atingiram apenas 19,6 mil sacas no m\u00eas passado.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>As baixas exporta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 robusta, ali\u00e1s, limitam o desempenho neste ano. N\u00e3o fosse a baixa safra desse tipo de caf\u00e9, o Brasil poderia bater o recorde de exporta\u00e7\u00f5es totais de 2015, quando o Pa\u00eds exportou cerca de 37 milh\u00f5es de sacas, considerando o produto verde e industrializado, disse o dirigente do Cecaf\u00e9. As exporta\u00e7\u00f5es de robusta estavam, antes da seca, em ritmo de 4 milh\u00f5es de sacas ao ano.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De janeiro a maio, as exporta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 verde do Brasil acumulam queda de 7,8% ante o mesmo per\u00edodo do ano anterior, para 11,4 milh\u00f5es de sacas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O presidente do Cecaf\u00e9 evitou falar sobre o tamanho da safra atual, que est\u00e1 sendo colhida, avaliando que ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber se o total colhido ficar\u00e1 acima ou abaixo das expectativas. Mas disse confiar que a safra do ano que vem, que ser\u00e1 a de alta no ciclo bianual do ar\u00e1bica, poder\u00e1 gerar volumes para o Brasil ser mais agressivo nas exporta\u00e7\u00f5es da temporada 2018\/19.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O faturamento das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio de Minas Gerais, ao longo dos primeiros cinco meses de 2017, foi fortalecido pelos pre\u00e7os valorizados das commodities no mercado mundial. 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